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29/07/19 Segunda-feira
Mamborê  
Projeto de estagiária do MPPR apoia mulheres vítimas de violência

Incomodada desde muito cedo com a vulnerabilidade de mulheres em situação de violência doméstica e familiar, a estagiária de graduação da Promotoria de Justiça de Mamborê Heloísa Perosa Lang (foto acima) sentiu a necessidade de fazer algo por essas pessoas. Assim, em 2018, criou o projeto “Somos Suficientes”, com o objetivo de dar apoio a mulheres vítimas de violência e contribuir para conscientizar a sociedade sobre a importância do comprometimento de todos no enfrentamento do problema.

O projeto começou a partir da criação de um perfil no Instagram, em que Heloísa publicava várias informações sobre o tema e considerações acerca da Lei Maria da Penha, criada para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher. Hoje, além de

  estar nas redes sociais (o projeto também tem um perfil no Facebook) e ter um site, a iniciativa vai até a comunidade, por meio de rodas de conversa e palestras para estudantes do ensino médio e mulheres de todas as idades de Mamborê e distritos vizinhos. Homens também podem participar.

“Essa preocupação surgiu quando eu cursava o ensino médio, e se intensificou quando ingressei no curso de Direito e, em seguida, no Ministério Público do Paraná (MPPR), onde diariamente tenho contato com situações de violência contra a mulher. Decidi que faria algo, mesmo que pequeno, para ajudar as vítimas, principalmente quando passei a perceber que as agressões eram vistas como algo normal no dia a dia de muitas famílias de Mamborê e de todo o país”, afirma Heloísa.

Segundo a estagiária, os convites para os encontros com as comunidades foram surgindo naturalmente e geralmente partem de escolas, associações e Centros de Referência de Assistência Social dos Municípios. Neste ano, as conversas se intensificaram e ela decidiu criar um site para divulgação de artigos relacionados ao assunto e entrevistas com profissionais que agem direta ou indiretamente nas situações. Há ainda um espaço para que as mulheres relatem suas histórias, “pois precisamos mostrar que existe luz no fim do túnel e que a mulher é capaz de passar por cima disso tudo”, destaca.

Fonte: Ministério Público do Paraná (MMPR)

 
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